Quinta-feira, dia 1 de Abril de 2010.
Não pronunciarei nenhuma mentira, desiludo, me desiludi.
Eu busco verdade, eu quero sinceridade e palavras de compaixão, sarei de tantas mentiras.
As fábulas então ficaram no passado, meu pai me contava sempre e então um dia eu cresci, descobri algumas verdades e uma delas era a de que a Cinderela nem sempre encontra um príncipe, continua gata boralheira, talvez morra sozinha deixando 27 gatos orfãos.
Descobri também, que quando o meu cachorro morre ele não vai p um "céu de cãezinhos", ou talvez até vá, mas isso já não é mais uma certeza.
Descobri que a chuva não é da torneira de São Pedro, e que bixo papão debaixo da minha cama só se for as tralhas que tem debaixo e que talvez estejam começando a criar vida, ok talvez nem tenham tantas tralhas assim..
O mais importante no entanto é que eu descobri que mentiras doem, machucam.. destroem a alma dependendo do teor da sua "veracidade".
Não quero machucar, nem assustar mesmo sendo a partir de uma singela brincadeira..
Deixo as mentiras para os fortes, pois eu sou fraca.. tenho a percepção e a consequência da dor.
Preze a Liberdade, sinta-se livre para fazer o que der na telha, o que te dá prazer. Ar puro, luz do sol fumegante, pôr-do-dol às cincoemeia da tarde, tarde com as amigas(os), bolo de cenoura com cobertura de chocolate, namorado afetuoso, família dedicada, paixão avassaladora pela vida. Liberdade são tantas coisas juntas que se torna impossível de definir. Sinta-se livre para,simplesmente, experimentá-la.
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quinta-feira, 1 de abril de 2010
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